24/02/2010

Suicídio



Amigos leitores deste espaço, para esta semana desenvolvi uma pesquisa sobre este ato tão triste do ser humano, o suicídio, fato que apavora e entristece eternamente uma família que de surpresa é pega por esta triste realidade. Bem mas enfim, passo então a fazer algumas colocações sobre o assunto que foi fruto de minha pesquisa: - O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação especifica a morte intencional ou auto-infligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção e provoca a própria morte. Poder ser realizado através de atos (tiro, envenenamento ou enforcamento) ou por omissão (recusa de alimentar-se, por exemplo). O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um “castigo”. É como revidar uma grande agressão do ambiente que o envolve.
Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos.
Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.
As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência tóxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro.
A depressão também está aliada aos casos de suicídio. Porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas. Isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.
Indicadores de Risco: Geralmente o suicídio não poder ser previsto, mas existem alguns indicadores de risco: -Tentativa anterior ou fantasias de suicídio; Disponibilidade de meios para o suicídio; Idéias de suicídio abertamente faladas; Preparação de um testamento; Luto pela perda de alguém próximo; História de suicídio na família; Pessimismo ou falta de esperança.
Espero que tenham gostado da matéria, finalizo com as palavras de Vicent Van Gogh:
“O suicídio faz com que os amigos e familiares se sintam seus assassinos”.


Publicado no Jornal O Sentinela no dia 05/11/2009

23/02/2010

HIV




Nesta semana resolvi falar sobre este assunto que julgo, não ser mais um “tabu” como era antigamente, e talvez por este motivo torne-se objeto de preocupação novamente. Claro que não tenho momentaneamente dados concretos sobre o percentual de casos existentes em nosso município, porém pelo que se nota ou a impressão que se tem é que tudo parece estar muito “light”, as pessoas parecem estar despreocupadas em relação a esta doença que até então não existe cura.
Tem-se a impressão de que São Francisco está imune do contágio do vírus HIV, lembro-me que em outra oportunidade no programa radiofônico que apresento na Rádio 104,9 FM, abordei o assunto e logo recebi a manifestação emocionada, de uma mãe, que tem um filho ainda adolescente e se preocupa muito com a questão.
Falando em adolescente, quero aproveitar para dar aquela dica legal pra meus amigos que compõem a grande massa da juventude assisense, da qual eu ainda me considero integrante: “Não dêem chance para o azar! Previnam-se sempre, não importa com quem seja! Já ouviram falar aquele bordão que diz: Quem vê cara não vê coração!”
Isto passa a fazer muito mais sentido quando descobrimos que a infecção do vírus após ocorrer, tem um prazo chamado de janela imunológica que perdura por três meses, neste período a infecção dificilmente é detectada nos exames anti-hiv. Passando esta fase, já é possível identificar o vírus nos exames, porém a pessoa continua normal, se sente bem e tudo mais, inclusive fica livre por ai infectando outras pessoas, talvez até sem saber, uma vez que os sintomas podem levar de oito a onze anos para se manifestarem.
Reconsiderando a questão, veja que temos motivos de sobra para nos preocuparmos muito, ainda mais porque ninguém fala no assunto, campanhas estão perdendo a força, eu particularmente não as vejo mais. Motivado por esta dúvida deixo aqui a promessa de procurar a Secretária da Saúde para realizar uma entrevista, para termos dados mais concretos a respeito do número de casos. Desta forma tenho certeza que muita gente vai ficar esperta, a partir de tal informação.
Pois muitas pessoas estão infectadas e não descobriram ainda porque não tem o hábito de realizarem exames de rotina, e ai, quando são solicitadas a fazerem por um motivo muito comum como a doação de sangue, recebem a terrível notícia.
Fica aqui então o alerta de que não estamos num paraíso onde a AIDS não existe ou não nos atinge, temos casos e provavelmente muitos ainda a descobrir. Tenha amor pela sua vida e pelas pessoas que amam você, não as faça sofrer. Tenha amor pelo seu semelhante...

Publicado no Jornal O Sentinela dia 29/10/2009

Bonde do Balanço surpreende os fãs




Para os fãs do Bonde do Balanço que também são ouvintes do programa Sertanejo Sentinela, é sempre uma alegria muito grande poder ouvir o Bonde ao vivo pelas ondas da 104,9 FM, ainda mais quando eles atendem o telefone e falam pessoalmente com seus admiradores ou trazem alguma novidade.
E é o que justamente aconteceu no dia 18 de outubro de 2010, quando a galera do Bonde foi lançar a terceira música: Acabou Quero Mais, que conta com a participação do Luiz Cláudio, o qual dá um grande incentivo para a galera.
Os ouvintes ligaram durante todo o programa parabenizando pela música e também da surpresa de então pouco tempo a banda já ter lançado três músicas, considerando que várias outras bandas de renome demoram anos para gravarem um CD, para terem músicas próprias...
É por tudo isso que é Bonde do Balanço...

O valor do conhecimento



A modernização e o avanço tecnológico das empresas, já de alguns anos pra cá, assustava muito os seus colaboradores que se viam na eminência de perderem seus empregos, de serem substituídos pelas máquinas.
Hoje se vive com maior tranqüilidade quanto a isso, pois era inevitável que diante da globalização, avanço tecnológico e tudo mais, se insistisse em permanecer obsoleto em relação a mão-de-obra da empresa, até mesmo porque se não houvesse uma modernização poderia ser tirada do mercado pelos seus concorrentes, facilmente, ai sim ao invés de algumas pessoas, todas ficariam desempregadas.
Como nas tendências da moda, com seus períodos, de vai e vem de peças do vestuário, o ser humano passou novamente a ter um destaque maior do que as máquinas, estando novamente em alta. Pois vivemos atualmente na era do conhecimento, onde as empresas estão descobrindo que só se vende, só se compra, negocia, tudo, se tiver conhecimento.
A inovação hoje é o principal fator de competitividade que restou para empresas, máquinas, computadores, tudo isso, todas elas tem. Agora o fator diferencial é a inovação e inovação só vem de gente, não vem de máquina, fazendo então que o ser humano passe a ser a chave da estratégia das empresas.
Um empresário legal sabe que hoje o mais valioso dentro de sua empresa é o seu funcionário, porque o resto não vale nada, exemplo disso são as companhias aéreas com capital exorbitantes e com problemas sérios, não adianta ter o melhor equipamento do mundo se você não colocar o seu funcionário em primeiro lugar.
Os empresários modernos estão deixando de serem “Senhor de Engenho”, deixando de ser “Senhor de Engenho” não precisa mais de “Capataz”, como o Senhor de engenho não queria sujar as mãos ele contratava um capataz, nas empresas atuais damos o nome de gerente. Se perguntar ao gerente o que ele faz, provavelmente ele vai dizer “eu coordeno”, eu “supervisiono”, ou seja, não faz nada. Esse cara passa o dia inteiro controlando os outros, pedindo as tarefas prontas, assinando, sempre adora assinar, perguntando se os relatórios estão prontos, porque o “homem está pressionando”, sempre tem um homem pressionando, já notaram? Essa pessoa ta fora do mercado de trabalho, em muito pouco tempo não tem mais espaço pra ela, pois só fica no meio de campo controlando os outros, assinando, não sabe fazer nada, ta desempregado.
Essa estrutura ainda existe porque tem a terceira raça, os escravos. Porque tem pessoas que parecem que tem vocação para serem escravos. O que é o escravo? Detesta trabalhar,e isso é fácil de identificar, é só perguntar: -Se você ganhasse uma bolada em dinheiro? “Eu não passaria mais nem na porta daquela empresa!” Ele odeia trabalhar, tem a síndrome do domingo de noite, confunde a regra do salário que é universal. As pessoas ganham pela sua raridade e não pela sua importância. Não fazem um bom trabalho porque ganham mal, um jogador de futebol quando começa, não faz gol contra porque ganha pouco, ele mostra todo seu talento, não entendem que se fizerem um trabalho excelente, vão ser achadas por outro empresário que vai pagar um salário merecido. Porque a carreira é individual, não é da empresa.


Publicado no Jornal O Sentinela dia 22 de outubro de 2009

22/02/2010

Center Hall apresenta Bonde do Balanço
















A galera fez do Center Hall uma referência para festas, agito e grandes baladas, por isto não poderia faltar também a participação do Bonde do Balanço que foi parar nas páginas do Jornal Expresso Ilustrado.
O dia 16 de outubro de 2009 com certeza foi inesquecível para os fãs do Bonde e também é claro para Layla DeLeon, vocalista da banda, ver e sentir o carinho e o apoio de seus conterrâneos.
A galera vibrou até o último minuto de show, quando acabou ficou aquele gostinho de quero mais...
Mas temos certeza que muito em breve Santiago voltará a ser palco de mais um grande show do Bonde do Balanço.