12/01/2013

Atos dizem mais do que palavras



            Outro dia, estava eu consolando uma amiga que se disse enganada por um rapaz. Ele dizia que a amava e sem mais nem menos, rompeu com ela sob o forte argumento de "não tem mais nada a ver". Ela bateu muito na tecla do "mas ele disse que me amava!", e acho que isso é um erro comum, que todos nós cometemos, em maior ou menor escala, alguma vez na vida.

            Ora, dizer é muito fácil. Todo mundo diz o que quer. No entanto, nem sempre o que se diz corresponde à realidade. Até acredito que quando algumas pessoas dizem que amam, digam com a sinceridade do momento. Naquele momento, elas amam. Mas para grande parte das pessoas, amor implica em uma coisa eterna, indelével e invencível.      

Então, quando eles dizem que amam, elas entendem como uma promessa, uma garantia. Se eles mudam de idéia ou deixam de amar, elas se sentem traídas, sacaneadas, etc.

Pois bem. Qual a saída? Nunca acreditar em um "eu te amo"? Meio amargo, melhor não. Para verificar se o que está sendo dito corresponde ou não à realidade, nada melhor do que medir pelos atos da pessoa. Atos falam muito mais que palavras. Pense no histórico dele. Como ele se porta com você. Ele diz, mas ele também faz coisas condizentes com o que ele diz?

Outro erro: porque ele não demonstra amor da forma como você costuma demonstrar, não pode achar que ele não te ame. Cada um tem seu jeito. "mas se ele me amasse, ele ligaria durante o dia porque sentiria saudade..." Será? Vai saber...

            Inegavelmente é uma situação onde infelizmente não se tem domínio, o que se pode na verdade é analisar o comportamento da pessoa com você, porque cada um tem uma forma de amar e demonstrar este amor.

Muito difícil seria conceituar o amor, se não por meio de um conjunto de ações da pessoa para com você, que levam a imaginar que se ela faz tudo aquilo é porque ama.

E pra ser bem sincero, talvez esta tarefa esteja muito mais difícil ainda nos dias atuais, onde as coisas estão tomando um rumo que não sei onde vai parar, pois hoje o desrespeito, a infidelidade, individualismo, estão cada vez mais presentes nos relacionamentos.

Valores que antigamente eram seguidos à risca, estão deixando de existir, isto de certa forma assusta um pouco, pois todo mundo quer a evolução da espécie, o modernidade, o avanço, porém isto poderia ser mais focado nas tecnologias, nas grandes invenções que facilitam a nossa vida, mas não na base familiar que forma o nosso cidadão. Porque o que eu estou percebendo é que tal modernidade está causando a separação de muitos casais e os que não se separam, muitas vezes, acabam tendo que conviver com traições e outras situações desagradáveis.

Publicado dia 12/01/2012

08/01/2013

Sensação de pertencimento


             Recentemente o Amor Exigente, promoveu um seminário internacional, o qual foi um sucesso e merece todo o reconhecimento. Dentre os palestrantes estava o Dr. Luiz Antônio Barbará Dias, que em sua palestra chamou a atenção dos presentes para a sensação do pertencimento, a pessoa tem que entender que ela faz parte dos processos da sociedade e como tal, tem a sua parcela de contribuição pela melhora ou não do lugar onde vivemos, entre diversos outros “alertas”, chamando as pessoas em suas responsabilidades de cidadão e ser humano. Aproveitei este tema para comentar também, no espaço que tenho aqui no jornal.

Diante da atual situação que vivemos, com valores importantes cada vez ficando mais fracos, surge a preocupação com a importância de uma cultura cívica para aferição da qualidade da democracia e consequentemente da qualidade de vida, um mundo melhor para todos. Tem-se falado muito ultimamente das virtudes da participação em termos de geração e acúmulo de capital social fundamental para conter os efeitos da individualização, da fragmentação e do isolamento do estado em relação à sociedade. Ganhos em capital social se tornam um indicador de modernização ou de complexidade da estrutura social.

Do ponto de vista mais estrutural poder-se-ia dizer que o contexto no qual emerge hoje a percepção ou a demanda por uma cultura cívica já é marcado por uma situação de pluralismo social, cultural e político, mas também pela experiência de crise do estado e toda a redefinição dos padrões de relação entre estado e sociedade que o discurso liberal hegemônico sobre ela tem gerado. Também há um retorno ao local, uma tentativa de repensar o padrão das políticas públicas, muito a partir de experiências localizadas, fragmentadas em alguns casos. A ênfase sobre o aspecto local é muito forte.

Outro condicionamento importante para a emergência de uma nova cultura cívica é a prevalência gritante de desigualdades sociais num quadro de que o Brasil é um dos líderes mundiais, mas de forma alguma isolado, que não se expressam apenas do ponto de vista da distribuição de recursos materiais, mas também na prevalência de padrões hierárquicos de relação, os quais definem quem é mais ou menos cidadão, quem precisa se justificar para ocupar a esfera pública ou quem tem acesso "natural" a ela. Não é de admirar, então, que a correlação entre ser afro-brasileiro, mulher, pouco ou não-alfabetizado e ser mais pobre ou excluído, é sólida na sociedade brasileira. As desigualdades de renda se somam ao racismo, ao machismo, ao preconceito contra os “sem-educação”, dentre outros atributos.

Emerge uma preocupação com a identidade, tanto dos grupos quanto dos indivíduos inseridos neste contexto. Rever a identidade, questionar a identidade, reafirmar a identidade tornam-se exigências correntes, imputadas aos grupos ou desencadeadas internamente a eles. Pertencer a uma organização, grupo, movimento, torna-se uma exigência e um problema, quando os referenciais se turvam, as fronteiras se tornam incertas e a ameaça de desagregação ou perda de identidade se amplia. Num exemplo bem prático podemos dizer que um bebê, ao nascer, possui uma "pequena" consciência que necessita se desenvolver. Ele se apóia nos familiares para saber quem é e o que são as coisas do mundo. Seu pai o abraça e diz: "vem cá meu filho..." Frases simples como esta vão demarcando o mundo e vão nomeando a realidade. Ou seja, para o bebê é uma questão de sobrevivência esta fixação no quem vem de fora. É assim que ele aprende e se desenvolve. 

Junto aparece uma sensação agradabilíssima: pertencimento. Eu pertenço a algo e me sinto bem e muito seguro neste algo. O problema é que ao longo da vida, as pessoas vão esquecendo da sensação do pertencimento, esquecendo que pertencem ao meio e que são responsáveis pelo que está acontecendo, se o lugar onde vivemos não está bom, é porque nós estamos permitindo,  porque nós enquanto cidadãos, não colocamos um basta naquilo que está errado. Porque nós olhamos somente para o nosso “eu” e não enxergamos o nosso semelhante, ignoramos a situação dele, que muitas vezes é péssima e leva-o a entrar para o mundo da marginalidade. Temos quase por regra de colocar a responsabilidade social nos governos, enquanto deveríamos assumir o nosso papel e arregaçar as mangar, porque o governo sozinho jamais conseguirá...

Publicado dia: 09/11/2011

07/01/2013

Dar e não receber


                Muitas pessoas vivem com aquela sensação de que está sempre disponível quando precisam de dela, sempre dá atenção, oferece sua ajuda, é bacana, mas... quando é ela quem precisa de algo, dificilmente encontra reciprocidade. E nos relacionamentos, então, parece que é sempre ela quem tem de ir atrás, procurar, agradar, tentar marcar algo. Com isto acaba ficando com a impressão de que se não fizer nada, não ligar, nada vai acontecer.
                Penso que não exista um aparelho para medir quem faz mais numa relação. Aliás, a intenção nem deve ser esta, já que não se trata de competição e, sim, de entrega, cumplicidade, vontade! Depois, vale lembrar também que o objetivo não é igualar comportamentos ou maneiras de se envolver. Cada um tem seu jeito e se doa de um modo particular. Quem sabe não sejam estas diferenças que, em geral, muito enriqueçam a relação.
                Também se pode dizer que não se trata de exigir garantia de retorno ou, como se diz no popular, só fazer por interesse. No entanto, a questão é: se você vive fazendo, doando e se oferecendo para sustentar a relação, vai chegar uma hora em que essa dinâmica vai pesar. E você vai se sentir cansado, exausto, com a sensação de que está carregando sozinho o que deveria ser carregado a dois. É evidente que há um desequilíbrio aí!

                Bom, este deve ser considerado um momento fantástico: aquele em que você se sente incomodado, frustrado e decide que não quer mais! Que assim não dá! É hora de mudar, fazer diferente! É importante frisar sobre o fazer diferente porque, por incrível que pareça, tem gente que deseja obter novos resultados e, ainda assim, continua tendo as mesmas atitudes de antes. Ou seja, ela mesma não muda, mas quer que os acontecimentos mudem!
                Isso significa que de nada vai adiantar você ficar cobrando uma postura diferente das pessoas com quem se relaciona, seja no trabalho, com os amigos ou com a pessoa amada. Se você não está satisfeito com os resultados que vem obtendo com essas pessoas, mude você. Seja diferente você! Até porque, no final das contas, mudar a si mesmo é a única mudança possível. Ninguém muda o outro!

                E reside exatamente neste ponto, um  argumento forte usado por muitas pessoas para se casarem com alguém que tem defeitos que incomodam bastante, pois pensam que depois poderão mudar a pessoa. Um ótimo começo é ganhar consciência de seus atos, de suas escolhas e do modo como você se comporta em suas relações. Muito provavelmente, se o outro não se mexe, é porque você se mexe antes, se mexe muito, se mexe rápido demais. Se o outro está acomodado, só no venha a nós, certamente você está se precipitando e o deixando mal acostumado.

                Sugiro que a partir de agora, você observe seu próprio comportamento e não vá oferecer, fazer ou ajudar ninguém sem que seja solicitado. Nada de tentar ser o queridinho ou queridinha, a pessoa indispensável, o faz-tudo. Fique quietinho e espere ser chamado. E, ainda assim, preste atenção! Quando alguém te pedir algo, antes de dizer rapidamente que sim, claro, questione-se: você quer realmente fazer isso? Pode fazer? Tem tempo? Se houver qualquer dificuldade ou falta de vontade de sua parte, respeite-se... e diga que sente muito, mas que desta vez não vai poder ajudar.



A ideia é aprender a valorizar a si mesmo, aprender a respeitar suas vontades e, antes, aprender a reconhecê-las. É ganhar consciência de si e de seu lugar no mundo e nas relações. É perceber o quanto você é bacana e merece ser bem tratado, assim como muito bem trata quem você ama.  E lembre-se: quando sua ajuda é fácil demais, simples demais, sempre disponível, a tendência é que pareça ao outro, mesmo não sendo proposital, exatamente assim: fácil, simples e aos montes. Mais ou menos como a lei da oferta e da procura: se tem muito, é barato e, em alguns casos, até desvalorizado; se tem pouco, é caro, é valioso.

Publicado: 26/10/2011

03/01/2013

O sucesso só depende de você


Muitas pessoas ficam esperando que outras pessoas as motivem. Vão morrer esperando! É impossível motivar alguém. Só a própria pessoa é capaz de se motivar. Por quê? Porque só ela é capaz de encontrar seus motivos para viver, para trabalhar, para fazer ou deixar de fazer.

Há pessoas que confundem motivação com emoção. Há pessoas que não entendem que, sendo o ser humano um ser racional, a motivação precisa ser encontrada pela razão e assumida com paixão e emoção. Mas a razão é que deve comandar o processo de motivação.

É por isso que só pessoas motivadas podem vencer. Elas vencem porque sabem a razão, os porquês, os motivos de sua ação. E uma pessoa realmente motivada sabe que a vida não é fácil, que há momentos em que é preciso redobrar a análise e o uso da razão e retomar a consciência dos motivos que conduzem a nossa vida.

Nas dificuldades, é que conhecemos uma pessoa realmente motivada. Ela domina a sua vontade de desistir, de reclamar, de ter dó de si própria e, através da razão, entende que sempre haverá dificuldades e que elas só serão vencidas com esforço e comprometimento. Ela não fica esperando que alguém a motive.

Ela própria busca, pela razão, novos motivos para continuar lutando e parte para a ação, com total domínio da vontade. É fácil? Claro que não! Mas essa é a grande diferença entre o ser humano e os outros animais irracionais. O ser humano é capaz de encontrar os verdadeiros motivos para a sua ação em vez de agir somente com base em instintos e reações.

O ser humano, com o seu maior atributo – a liberdade – tem autonomia para decidir os motivos de sua vida, de entender que o que é transitório e o que é permanente e definitivo e fazer as opções que julgar as melhores para si próprio, assumindo as conseqüências de suas decisões livres.

E os verdadeiros motivados são aqueles, que fizeram a opção pelos valores permanentes da ética, da honestidade, do respeito às pessoas. São os que cuidam de sua saúde e segurança. São os que valorizam a família, os amigos, e tudo o mais que o dinheiro não consegue comprar. Esses entenderam com profundidade o sentido da verdadeira motivação. E você?

Fica este questionamento para o seu final de semana para que faça uma análise de sua conduta pessoal e profissional e encontre a resposta. Portanto se você deseja sucesso em qualquer que seja o campo de sua vida, já sabe que uma das engrenagens e possivelmente a mais importante, a motivação, será necessária para que o mesmo venha.

19/10/2011

02/01/2013

Dia da Criança


                No último dia 12 comemoramos o dia da Criança e quero de forma singela abraçar carinhosamente todas as crianças da nossa terra, bem como seus papais que as protegem, educam e zelam para que sejam bons cidadãos. Aliás esta é uma tarefa em que todos devem se envolver, pois eles serão os nossos futuros médicos, professores, políticos... São o futuro do nosso país.

                Certamente nem todas as pessoas tem conhecimento, mas fui convidado para integrar a equipe de um novo blog que surgiu aqui na  cidade, o N3, o convite foi feito pelos meus amigos Herton Couceiro e Rafael Tourem, um espaço dedicado a notícias e conteúdos informativos e educativos, ao qual convido você para acessar. Para o Dia da Criança fizemos uma estréia dentro do blog, do espaço colunas, e eu desafiei a filha do meu amigo Herton a escrever na sua visão de criança sobre o que quisesse, e o resultado você confere abaixo, esta é minha homenagem a todas as crianças, de forma especial fazendo esta referência a Thuanny eu estendo a todas as crianças.

Olá, sou Thuanny Couceiro (estudava na querida Escola Assis Brasil e hoje, em Santiago, estudo na Escola Apolinário Porto Alegre).

Agradeço o convite para participar no N3. Fui desafiada a escrever alguma coisa sobre o Dia das Crianças.

Meu pai (Herton) deixou claro que o convite não partiu dele, mas do blogueiro Marcos Monteiro, mas vi que ele ficou feliz.

 Não sabia o que realmente era uma “coluna” e meu pai, disse: faz como se fosse escrever uma redação. Eu sei que tu consegue. Te ajudo a corrigir!

Pensando assim, escrevi este pequeno texto, abaixo.

A criança e os pais

Como criança ainda (tenho 11 anos) sinto que temos muitas vantagens em relação aos adultos, pois é um tempo que nos permite brincar, aprender com tudo, sorrir de qualquer situação, formar amizades que você jura que é pra vida toda, não estamos na correria do dia-a-dia.
Ainda não nos preocupamos com trabalho. Nunca chegamos em casa cansado ( as vezes, a aula cansa)...

Vejo que os adultos têm preocupações com muitas coisas, e percebo que nós, as crianças, são algumas delas.

Os pais estão sempre monitorando nossos passos, cuidando e zelando pela nossa saúde, analisando como estamos na escola, vendo nossas notas, pedindo um esforço a mais, com quem estamos indo e voltando da escola, se dormimos bem, se nos alimentamos bem... Enfim, são eles que nos dão todo amparo.

Mas sinto também, que nossos pais têm outra preocupação que pode ser totalmente contra ao que eles ensinam: a internet, as redes sociais e a televisão. Eu sei que não consigo ficar longe, mas estou orientada do que posso e o que não posso fazer.

Seria bom se todas as crianças, que criam perfil no Orkut, facebook, twitter, tivessem conhecimento de todos os perigos. Se não souber usar, pode ser "maléfico" (como diz a Valéria, da Zorra Total).

Sempre que perceber algo errado nestas redes ou até mesmo em sua vida, informe logo seu pai e sua mãe. Confie sempre neles. Eles só querem o melhor pra você.

Neste Dia das Crianças desejo a todas um mundo maravilhoso, cheio de conquistas e que aproveitem este tempo mágico e que todos também tenham um pouquinho de criança. Isso faz bem!

Um beijo a todos!

Thuanny.

Publicado dia 13/10/2011

26/04/2012

A conquista e a dúvida


Muitas pessoas pensam que o mais sublime e delicioso instante do amor se dava antes de ele ter acontecer: o chamado o flerte. Aquela troca de olhares furtivos mas profundamente interessados, aquele fingir de nada querer tudo querendo, aquele disfarçar de indiferença, deixando notar, no entanto, que não há outra meta mais importante  na vida naquele instante do que conquistar o alvo do flerte, aqueles desdéns planejados, estratégicos e maliciosos que intermedeiam o flerte, até o momento culminante desse jogo emocionante em que os quatro olhos se encontram e se fixam, aquele turbilhão de promessas imaginárias que exalam do flerte, talvez seja o flagrante mais elucidativo e saboroso do amor, maior e mais intenso e mais fogoso até do que o futuro contato dos corpos.

Mas seria o flerte o ápice exordial do amor? Seria o momento do êxtase do amor, este situado nas suas primícias? Porém não poucas são as pessoas que afirmam que o momento seguinte a este ficaria em primeiro lugar, que é quando, depois do flerte ou até mesmo da inexistência do flerte, se instalou na relação de amizade ou em qualquer aproximação entre um homem e uma mulher uma dúvida instigante e deleitosa: será que ela está me amando? Será que ele está me querendo? Ou apenas está sendo gentil e cordial comigo? Ou deseja apenas ser minha amiga? Ou sou mais uma das pessoas que a atraíram por atributos que nada têm a ver com o amor e que apenas se destacam por assinalada sociabilidade?

Insônia. É impossível se entregar ao sono quando esta dúvida ao mesmo tempo atordoante e deliciosa se instala na mente de alguém para quem falta apenas saber se o outro gosta e quer, para apaixonar-se perdidamente. Talvez não haja prazer mais extenso e abrasador que este: quando uma dúvida que falta pouco para se tornar certeza desejada toma conta de uma pessoa tocada pelas ondas anunciadoras do amor. É tão avassaladoramente saborosa esta dúvida que alguns que são por ela tocados pedem aos céus que seja adiada a solução, mesmo que venha a ser favorável. Torcem para que a vida não lhes tire tão depressa aquela sensação divina de esperança. E há até alguns que mesmo depois do amor consolidado preferem sempre ter em seu espírito esta dúvida como um nutritivo estímulo ao romance permanente.

Bem na verdade o que não se pode é deixar de viver qualquer uma destas situações que fazem com que nos sintamos mais vivos, plenos de uma felicidade que chega nos deixar com aparência ridícula, mas que se todas as pessoas fossem diariamente ridículas e não ridicularizadas, o mundo seria bem melhor. Talvez não tivéssemos tempo para praticar maldades e atos que gerem a nossa própria destruição.

Desejo um bom final de semana e aproveito este espaço para convidar você a conhecer o novo blog de nossa cidade, o N3, para o qual fui convidado a integrar, pelos amigos, Herton Couceiro e Rafael Tourem. Aquilo que é fato virará notícia no N3, acesse: canaln3.blogspot.com

Publicada dia 06/10/2011

05/01/2012

As férias melhoram a qualidade de vida.



Nesta época do ano a maioria das pessoas entra em clima de férias. São os filhos de férias da escola, temporadas de praia, de viagens, enfim, todas as atividades que proporcionam lazer e bem estar no verão.

Embora se tenha a consciência da importância do descanso, os profissionais ainda adiam suas férias por longos períodos. Quando o corpo é exigido, passa-se a trabalhar no limite de sua força mental e física.

O problema é que esta atitude desestrutura sua capacidade de produção
fragilizando sua saúde e seu estado emocional, podendo ser taxado também, como um profissional centralizador e incapaz de confiar em sua equipe, o que certamente ninguém quer.

            Tirar férias é tão sério quanto uma meta, um resultado não atingido ou mal administrado dentro de uma organização. O maior e melhor bem de uma empresa é o seu capital humano e ele deve ser cuidado e assistido para que possa produzir mais e melhor.

            Profissional feliz é profissional que produz e atinge resultados. Quando o profissional consegue “recarregar sua bateria” ele pode retornar ao trabalho mais disposto e com um aumento em sua capacidade de produção.

            É importante ter em mente que um colaborador demasiadamente fadigado, não consegue desempenhar suas funções com qualidade.

            Para que essa ausência seja administrada da melhor forma possível e desfrutada de maneira saudável, a organização deve participar e incentivar a programação das férias de seu colaborador.

            Nessa etapa, a empresa e profissional caminham juntos. A empresa deve sentir segurança na ausência do profissional, proporcionando tranquilidade e estrutura para sua saída temporária.

            Já o colaborador deve organizar seu departamento para que o mesmo sobreviva sem sua presença. Avise a equipe sobre o que precisa ser realizado, seja o mais especifico possível com suas tarefas, crie um  manual de suas principais funções e acredite que seu trabalho será bem feito, vão sentir sua falta e desejarem ainda mais o retorno de um profissional descansado para

desempenhar suas funções  em sua melhor forma.

            Férias é uma questão de respeito à saúde do colaborador e saúde não está ligada somente a doenças e incapacidades físicas ou mentais, mas a capacidade de satisfazer as exigências do nosso particular tipo de vida.

Então, por isso descanse e boas férias!

 

Marcos Monteiro

CRC RS 69884

Publicado dia 05/01/2012

22/12/2011

Final do ano é tempo de sonhar mais



             Chegando o fim do ano, é momento em que começamos a colocar em uma balança todas as metas que traçamos e as que de fato conseguimos realizar, esta comparação em primeiro momento, se o resultado não for o esperado, pode até desestimular na busca de continuar tentando realizar algo que não foi possível no ano em que estava planejado, porém pode que você se surpreenda ao perceber que conseguiu fazer até mais do que esperava.

            Tanto para uma situação como para outra, é importante que você nunca desista dos seus sonhos, porque quando estabelecemos metas específicas é muito maior a nossa chance de conquistarmos nossos sonhos.

Dedicação e empenho também são requisitos indispensáveis nessa dura jornada. No entanto, mais importante do que tudo é acreditarmos efetivamente na própria capacidade de atingirmos os objetivos propostos, fazendo e dando o melhor de nós.

Muitos serão aqueles que, pelas mais variadas razões, colocarão obstáculos em nossa caminhada. Alguns dirão que nosso sonho é uma grande bobagem. Ou, ainda, que se trata de muito esforço à toa. Outros falarão que não somos capazes de alcançá-los e que deveríamos optar por objetivos mais fáceis.

            E assim, muitos desistem da luta, por medo, por preguiça ou porque acreditaram nas previsões negativas dos outros. Porém, nossos sonhos continuarão lá, dentro de nossos corações e diante de nossos olhares. Mesmo que deixemos de nos esforçar para ir ao encontro deles, eles permanecerão fazendo parte de nós, como uma tarefa não cumprida.

Projetos nobres e ideais justos não devem ser abandonados nunca. Convictos de sua importância perante a vida precisamos de esforço para alcançá-los, não importando quantas tentativas sejam necessárias para isso, pois eles geralmente significam a materialização da nossa felicidade, e felicidade é o que todo o ser humano busca, seja ela como for, ou o que for, mas uma vida onde as possibilidades de ser feliz são podadas não tem mais razão de ser.

Portanto vá em busca daquilo em que você acredita e quer, se não der certo você caminhou boa parte de sua vida no caminho em direção a sua felicidade, se não conseguiu chegar no destino que desejava pode que chegue em outro inesperado que lhe causará muito mais felicidade, pois nunca canso de dizer que a vida é uma caixinha de surpresas e é justamente o não saber o que vai acontecer que alimenta nossa fé em dias melhores e nos motiva a vencer...

Feliz Natal a você e sua família, que seja um momento de reflexão e comparação de tudo que você possuiu de bom em sua vida, em relação a outras pessoas que possuem tão pouco e talvez nem se queixem disto.

Publicado dia 22/12/2011

Tempos de Vestibular

Muitos dos jovens que estão prestando vestibular passam nesta fase por momentos de extrema tensão, nervosismo e até insegurança, pois na velocidade das coisas hoje, ninguém quer perder tempo e ter que esperar mais um ano para conseguir ingressar na Universidade. Uma boa dica para não passar por tudo isto é começar antes, prestar o vestibular mesmo antes de terminar o ensino médio, como treineiro, garante experiência aos estudantes, já que ajuda a conhecer o estilo das provas e a contabilizar o tempo necessário para executá-las, pois mesmo que o estudante não passe, um mau resultado não é desestímulo. Assim como um atleta treina para um jogo, quem treina para a prova tem um resultado melhor.

Muitos alunos até viajam para as cidades em que gostariam de cursar faculdade para conhecer melhor informações triviais, mas essenciais, como o caminho até o local da prova. Apesar da importância dos simulados feitos no colégio, fazer uma prova entre colegas e amigos não gera a mesma tensão do vestibular. Não tem como simular a pressão de se estar disputando uma vaga.

Embora as escolas possam oferecer diversos simulados, é importante conhecer este ambiente novo, saber como é ter aquela responsabilidade e conferir o nível de dificuldade das perguntas.  

Certamente depois de passada esta fase, todos se sentem aliviados e satisfeitos por terem enfrentado este momento. Oportunidade em que começa um novo desafio, cursar e ter bons resultados no curso escolhido.

Isto é fundamental e necessário, empenho e dedicação, pois tenho certeza que a maioria das pessoas estão cansadas de profissionais “mais ou menos”, precisamos de excelentes profissionais, que nos passem confiança e segurança.

Portanto desejo a todos os futuros profissionais que tirem o máximo de proveito da Universidade onde estudarem, dos mestres, dos colegas e principalmente dos livros, pois a faculdade proporciona uma boa base, mas carece de muito estudo complementar.

Aos que ainda prestarão vestibular meus desejos de muito sucesso e que não deixem a ansiedade atrapalhar no desempenho na hora da prova. Boa sorte.

Publicado dia 08/12/2011

08/12/2011

Tempos de Vestibular



Muitos dos jovens que estão prestando vestibular passam nesta fase por momentos de extrema tensão, nervosismo e até insegurança, pois na velocidade das coisas hoje, ninguém quer perder tempo e ter que esperar mais um ano para conseguir ingressar na Universidade. Uma boa dica para não passar por tudo isto é começar antes, prestar o vestibular mesmo antes de terminar o ensino médio, como treineiro, garante experiência aos estudantes, já que ajuda a conhecer o estilo das provas e a contabilizar o tempo necessário para executá-las, pois mesmo que o estudante não passe, um mau resultado não é desestímulo. Assim como um atleta treina para um jogo, quem treina para a prova tem um resultado melhor.

Muitos alunos até viajam para as cidades em que gostariam de cursar faculdade para conhecer melhor informações triviais, mas essenciais, como o caminho até o local da prova. Apesar da importância dos simulados feitos no colégio, fazer uma prova entre colegas e amigos não gera a mesma tensão do vestibular. Não tem como simular a pressão de se estar disputando uma vaga.

Embora as escolas possam oferecer diversos simulados, é importante conhecer este ambiente novo, saber como é ter aquela responsabilidade e conferir o nível de dificuldade das perguntas.  

Certamente depois de passada esta fase, todos se sentem aliviados e satisfeitos por terem enfrentado este momento. Oportunidade em que começa um novo desafio, cursar e ter bons resultados no curso escolhido.

Isto é fundamental e necessário, empenho e dedicação, pois tenho certeza que a maioria das pessoas estão cansadas de profissionais “mais ou menos”, precisamos de excelentes profissionais, que nos passem confiança e segurança.

Portanto desejo a todos os futuros profissionais que tirem o máximo de proveito da Universidade onde estudarem, dos mestres, dos colegas e principalmente dos livros, pois a faculdade proporciona uma boa base, mas carece de muito estudo complementar.

Aos que ainda prestarão vestibular meus desejos de muito sucesso e que não deixem a ansiedade atrapalhar no desempenho na hora da prova. Boa sorte.

Publicado dia 08/12/2011

01/12/2011

Mudanças na Contabilidade Pública



Com a aprovação das Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público – (NBCASP) – o Conselho Federal de Contabilidade dá inicio a uma verdadeira revolução na Contabilidade Governamental brasileira.

            A ênfase passa a ser o patrimônio como objeto de estudo da contabilidade enquanto ciência. O orçamento deixa de ser o protagonista da histórica da administração pública para se tornar um coadjuvante importante que trata do fluxo de caixa do Governo com base em autorização legislativa para arrecadar receitas e realizar despesas.

            A mudança é grande e os profissionais de Contabilidade do serviço público terão que ficar preparados para essa virada de postura. Todos os fatos administrativos serão examinados e registrados não porque tem origem no orçamento, mas sim porque produzem alterações em algum elemento do ativo, passivo e patrimônio líquido.

            Os Contadores que  ainda crêem ser o orçamento o único input da Contabilidade  e que as variações patrimoniais devem refletir o que foi “resultante da execução orçamentária” precisarão ler muitas vezes os artigos da Lei 4.320/64 a partir do número 83 que trata do processo de evidenciação dos elementos patrimoniais.

 Trata-se de mudança radical que será vitoriosa na medida em que todos os Contadores do setor público passem a registrar em primeiro lugar as movimentações do patrimônio e posteriormente  os reflexos de tal registro no sistema orçamentário pois somente a Contabilidade pode  traduzir a riqueza patrimonial segundo o principio da competência vez que o orçamento esta intimamente ligado ao regime de caixa, para não falar do obscurantismo a que pode estar submetido por força das relações institucionais entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo.

 Após longas reflexões teóricas os Profissionais de Contabilidade com o apoio do Conselho Federal de Contabilidade concluíram  pela autonomia da Ciência Contábil a partir do conhecimento mais profundo do patrimônio como seu objeto de estudos.

Tais estudos tem origem no  inicio do século XX quando a contabilidade teve rápido desenvolvimento assumindo definitivamente a sua posição entre as ciências do conhecimento humano. Na atualidade  podem ser encontradas as seguintes teorias contábeis: De orientação meramente jurídica em que o Balanço é uma demonstração de direitos e obrigações de essência eminentemente jurídica;  De orientação instrumental em que o Balanço é uma recapitulação de contas, síntese final da Contabilidade; De orientação econômica em que o Balanço tem o objetivo de evidenciar a real e verdadeira situação do patrimônio da entidade sem menosprezar as questões anteriores.

            Portanto, é preciso levar em conta que no setor público as bases do orçamento e condições da contabilidade são primariamente consideradas em termos de caixa e de compromissos assumidos, embora em alguns casos como o registro da receita na fase da arrecadação,  em que os recursos ainda não estão disponíveis,  ou da inscrição na divida ativa em que o registro é efetuado como variação ativa com o propósito de identificar tais direitos e por conseguinte aumentar  o patrimônio líquido. O que sabemos é que tudo isto vai demandar para alguns muito estudo.
Publicado no dia 01/12/2011

17/11/2011

Novidade



Esta semana fiquei feliz ao visitar uma nova loja de nossa cidade, ela veio para inovar e auxiliar você a otimizar os momentos de intimidade com a pessoa amada, ao passo é claro, que é mais um avanço para o desenvolvimento que tantos assisenses esperam. Que São Francisco de Assis comece a aderir as características e oferecer as facilidades e recursos que encontramos somente nas grandes cidades.

 Estou falando do Belle Femme SexShop, o qual está de parabéns, tanto pela inovação e pioneirismo, quanto pela coragem, pois como somos cidade de interior ainda temos muitos paradigmas para quebrar, seja timidez em relação ao assunto ou até mesmo o preconceito.

Atitudes que não teriam motivos para ocorrer, pois, toda a pessoa tem seus momentos íntimos com seus pares e isto não é feio e nem motivo de vergonha, o amor é lindo! Feio é fazer maldades, é prejudicar as pessoas, é causar dor e sofrimento, isto sim deveria ser motivo de vergonha.

Torço para que os assisenses valorizem e apóiem esta nova loja para que não a percamos. Se olharmos para o passado veremos as pessoas lavando os cabelos com sabão feito em casa, hoje é raro a pessoa que não usa xampu e certamente preferem ele, pois quem não gosta de estar “cheiroso”. Com este exemplo quero dizer que os produtos, cosméticos e fantasias que você encontra num sex shop, são justamente para melhorar a sua relação, para dar mais carinho a pessoa amada, enfim tudo isto passa longe de vulgaridade ou qualquer sinônimo.

Agradeço o convite que me foi feito para conhecer o SexShop Belle Femme, principalmente pelo carinho com que fui recebido e pelo excelente atendimento. Desejo sucesso e que mais do que nunca trabalhe para fazer as pessoas se amarem mais, pois o amor é o melhor remédio para combater todas as desgraças causadas pelo ser humano.

Você que ainda não conhece a loja acesse o blog: bellefemmess.blogspot.com e conheça todos os produtos, com as informações sobre cada um. E saiba que você poderá pedir os produtos que quiser pela tele-entrega 9693-7019 e receber na comodidade do seu lar, ou vá conhecer, na rua Carlos Gomes, 1923.

E não esqueça que precisamos acompanhar a evolução dos tempos, as novas modas e tendências, claro que sem perder a nossa personalidade, pois a moda é como a vida, sempre se reinventando. É o que a gente precisa fazer também, se reinventar a cada estação. Ser chique é viver sem medo e sem preconceito. Ser chique é amar e ser amado. Certamente este é um belo conselho que vale a pena seguir.

Publicado dia 17/11/2011

15/10/2011

Homenagem ao Professor


O Poder Legislativo Assisense parabeniza você professor pela passagem de seu dia. Você que no dia a dia muitas vezes recebe bolinhas de papel na cabeça, tem inúmeros diários para corrigir, as criticas, as noites mal dormidas. Tudo isso não foi suficiente para lhe fazer desistir de seu maior sonho, tornar possíveis os sonhos dos outros e do mundo.

Que bom que com sua vocação, tens despertado a vocação de muitos. Parece injusto lhe desejar um feliz dia dos professores, quando em seu dia a dia tantas dificuldades acontecem. A rotina é dura, mas você persiste.

Seu mundo é alegre, pois você consegue olhar os olhos de todos os outros e fazê-los felizes também. Você é feliz porque na sua matemática de vida, dividir é sempre a melhor solução. Você é grande e nobre, pois o seu oficio árduo, lapida seu coração a cada dia, dando tanto prazer em ensinar.

Homenagens, frases poéticas certamente farão parte de seu dia a dia. Queremos de forma especial, relembrar a sua importância e a importância do seu ofício.

Parabéns professor que tanto merece e que tanto faz por nossa comunidade, formando novos talentos, novas pessoas, trazendo o conhecimento para todos nós. Você merece esta homenagem e muito mais.


São os votos do Poder Legislativo Assisense

Vereadores e Funcionários.

Outubro/2011

05/10/2011

Vem ai mais uma grande festa!


02/10/2011

Novidade para São Chico e Região


Todos sabemos que hoje a internet ocupa um espaço muito importante no que se refere a informação, certamente é o meio mais veloz. Com isto os veículos de comunicação oficiais começaram a criar as suas páginas na internet, que com sua disponibilidade a todo o cidadão, também democratizou a criação das páginas, permitindo que pessoas físicas que não eram representantes de veículos oficiais, também pudessem inserir suas opiniões, conselhos, dicas, enfim uma otimização na troca de informação incrível, através de blogs e redes sociais. 
Com isto surgiram muitos BLOGS e alguns hoje são responsáveis por informarem nosso povo, sobre o que acontece dentro e fora da nossa região.
Desta forma, surgiu a ideia por parte de dois grandes profissionais, o Assessor de Comunicação Herton Couceiro e o Radialista Rafael Tourem, inspirado no blog Nova Pauta, de criar um blog composto por 3 assisenses, para noticiar aquilo que é fato. Sem a intenção de especulações e tendencionismos. Um blog, limpo, claro, transparente e imparcial, relatando ao nosso povo, os fatos e acontecimentos da nossa querida São Francisco de Assis e também do mundo.
Falei em 3 assisenses, mas só citei o Herton e o Rafael, esqueci do terceiro, que sou eu (risos), na verdade quero agradecer a confiança deles e também por vislumbrarem em mim, alguém capaz, e me colocarem em seus níveis profissionais para dividir este projeto.
O blog já começará suas atividades fazendo um importante trabalho, o de dar todas as informações sobre o programa JOVENS TALENTOS DO RÁDIO.
Agora eu quero convidar você meu amigo leitor deste blog, para que acesse e coloque nos seus favoritos o novo blog da cidade: canaln3.blogspot.com.
Esperto sua visita lá.

Voltei


Olá amigos leitores do BLOG, estivesse alguns dias sem postar novos textos, isto devido a alguns pequenos contratempos e viagens, agora estou de volta!
Quero aqui agradecer ao meu grande amigo Herton Couceiro pela felicitação no dia do Contador:



Meu grande amigo, Marcos Monteiro!

Parabéns pelo dia do Contador, especialmente pelo grande profissional que és.
Um trabalho árduo, complexo, que exige muita dedicação e as vezes, por mais eficiente que seja, não é notado.
Mas o resultado, todos conhecem!

Parabéns, amigo e muito sucesso na profissão.
Um abraço,

Herton Couceiro.







Também agradeço e parabenizo minha amiga e colega Luciane Lanes, Contadora de Jaguari, acadêmica de Gestão Pública, e futura vereadora de ...


Parabéns Marcos, parabéns pra nós rs. Que consigamos encontrar na profissão que nos escolheu, e acho que foi isso mesmo, aquela paixão necessária para sermos felizes profissionalmente.

beijo


Ela também inseriu um valoroso comentário no texto CRISES EXISTENCIAIS
Crises existenciais como não tê-las? Eu vivo em uma desde que nasci rs. São tantas perguntas, tantas dúvidas e nenhuma resposta, mas como tu disseste, talvez o segredo seja não desvendar o segredo, afinal é esse fogo interno que nos move.Exelente texto meu amigo, beijoo.


Ainda no texto CRISES EXISTENCIAIS, agradeço o comentário da minha amiga Yse:



Parabéns pelo texto Marcos! Impossível não se identificar com o que tu escreve!
Beijãooooo





Enfim, obrigado a estes queridos amigos que sempre estão lendo e comentando os textos aqui do blog, enriquecendo muito mais com suas opiniões.

22/09/2011

Política, o trem que descarrilhou...


Caros leitores, nossa política municipal neste ano que antecede as eleições, começa a sofrer algumas mudanças que serão provavelmente a base de novas estratégias para a disputa, são novas coligações, novas filiações, novos apoios conquistados, aumento do número de vereadores. Pensando sobre o assunto resolvi trazer a este espaço um texto que já tinha sido publicado em 2009 que não deixa de ser interessante para o momento, desejo a todos uma boa leitura e reflexão.

                Desde o princípio dos tempos quando começou a se dar a evolução política, começamos a ter a influência de pessoas que com suas eloqüências convenciam as outras de que sua forma de trabalhar era a mais correta, talvez para encobrir uma possível falta de instrução.
                E isto voltado ao Legislativo, ocasionou um desvio de foco da verdadeira missão dos vereadores, colocando-os hoje, quase que como reféns de certos eleitores.
Pois veja só, antigamente os vereadores eram uma espécie de “faz tudo”, “resolve tudo”, quando na verdade isto não é sua obrigação e nem dever, mas sim o de fiscalizar os Poderes Executivos, legislar: escrevendo leis, elaborando projetos para promoção do bem comum. Ou seja, um trabalho feito com abrangência de toda a comunidade e não resolvendo particularidades.
                Para este tipo de assistencialismo é constituído uma secretaria no Poder Executivo, que tem a árdua missão, de tentar amenizar o sofrimento, desigualdades sociais, e dificuldades que acometem a sociedade.

                O que hoje preocupa é que este hábito de ficar tentando resolver os problemas e particularidades dos eleitores, foi iniciado há muito tempo atrás e hoje quando um eleitor chega pedindo uma “ajudinha”, deixa o vereador numa situação muito delicada, porque mesmo ele tendo plena consciência de que este não é o seu dever, ele sabe que se não tentar resolver o tal problema, virá outro colega e vai tentar solucionar.

                Ai todos nós sabemos que nenhum político quer perder seus eleitores. Assim podemos nos questionar se o próprio eleitor, o próprio povo não é o culpado de não termos ainda o desenvolvimento que esperamos.

                Nós cidadãos temos que entender que as pessoas que nós escolhemos para nos representar serão pessoas que trabalharão para a promoção do bem comum, trabalharão por todos, pela cidade, pelo seu desenvolvimento, e não para ficar tentando resolver casos particulares, porque assim se perde um tempo precioso de estar pesquisando, elaborando, escrevendo leis, pensando em novas idéias para a cidade.

                Isto fica como reflexão para que pensemos duas vezes antes de culpar os políticos pela falta de progresso, afinal eles estão no poder porque nós os colocamos, nós os escolhemos, então, nós é que precisamos rever nossos conceitos e principalmente deixá-los trabalhar para todos e cobrar-lhes os resultados.

Publicado no jornal dia 22/09/2011

Parabéns a todos os Contadores!